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O que acontece com empresa que não pagar o 13º salário?


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O que acontece com empresa que não pagar o 13º salário


São constantes as reclamações em função dos problemas que esse valor ocasionam no caixa das empresas ou dos empregadores domésticos


Muitos empregadores estão enfrentando um problema extra neste fim do ano, não conseguindo pagar o 13º salário. São constantes as reclamações em função dos problemas que esse valor ocasionam no caixa das empresas ou dos empregadores domésticos.


Lembrando que a primeira parcela do 13º salário dos trabalhadores deveria ter sido paga até 30 de novembro, já a segunda parcela deverá ser paga até o dia 20 de dezembro deste ano. É importante lembrar que quem possui empregados domésticos também são obrigados a pagar esse valor.

A empresa que não agir de acordo com o prazo previsto na legislação, pagando a gratificação em atraso ou não efetuando o pagamento, será penalizada com uma multa administrativa no valor de R$ 170,16 por empregado contratado.

“O 13º salário é uma obrigação para todas as empresas que possuem empregados, e o seu não pagamento é considerado uma infração (Lei 4.090/62), podendo resultar em pesadas multas para a empresa no caso de autuada por um fiscal do Trabalho. Para se ter ideia, o valor é de 160 UFIRs (R$ 170,25) por empregado, e esse é dobrado em caso de reincidência”, afirmou o consultor trabalhista Fabiano Giusti.

Lembrando que essa é uma multa administrativa em favor do Ministério do Trabalho e que além dessa, dependendo da Convenção Coletiva da categoria, pode existir cláusula expressa retratando a correção do valor pago em atraso ao empregado. Outro ponto importante é que incidem nesse valor o Imposto de Renda e o desconto do INSS na segunda parcela.

O que é o 13º salário?

O 13º salário é uma obrigação para todos empregadores que possuem empregados CLT, e o seu não pagamento ou atraso é considerado uma infração, podendo resultar em pesadas multas se for autuado por um fiscal do trabalho.

Como é feito o cálculo?

O 13º é devido por mês trabalhado, ou fração do mês igual ou superior a 15 dias. Desta maneira, se o empregado trabalhou, por exemplo, de 1º de janeiro à 14 de março, terá direito a 2/12 (dois doze avos) de 13º proporcional, pelo fato da fração do mês de março não ter sido igual ou superior a 15 dias. Desta forma, o cálculo é feito mês a mês, observando sempre a fração igual ou superior a 15 dias.

"As médias dos demais rendimentos como hora extra e comissões adicionais são também somadas ao valor do salário usado como base para o cálculo do décimo terceiro. Trabalhadores que só recebem comissão devem calcular o valor baseando-se na média aritmética das comissões recebidas durante o ano ou conforme Convenção Coletiva da categoria, seguindo sempre o que for considerado mais benéfico", acrescenta o consultor.

Existem descontos?

Como em um salário normal, também ocorrem uma série de descontos no décimo terceiro do trabalhador, porém somente na 2ª parcela, que são Imposto de Renda (IR), a contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Pensões Alimentícias, quando mensurado nos ofícios, e as famosas contribuições associativas previstas em algumas convenções coletivas.

No que tange a impostos, no intuito de fracionar o pagamento aos empresários, diferente dos descontos, o FGTS é pago nas duas parcelas, juntamente com a remuneração salarial do mês do pagamento, seus percentuais variam: 8% para empregados celetistas e domésticos quando aplicável e 2% no caso de menor aprendiz.

E em caso de demissões?

Ponto importante é que é que o valor deverá ser pago na rescisão de contrato em casos de demissão sem justa causa, pedido de dispensa, fim de contrato por tempo determinado (inclusive os contratos sazonais, por safra) e aposentadoria, e o valor deverá ser proporcional aos meses em serviço. Já quando ocorre a demissão com justa causa, o trabalhador perde esse benefício e caso já tenha sido paga a primeira parcela, como o mesmo perdeu o direito ao recebimento, o valor efetivamente adiantado deverá ser abatido do saldo de salário ou demais verbas rescisórias.

"Caso a data máxima de pagamento do décimo terceiro caia em um domingo ou feriado, o empregador deve antecipar o pagamento para o último dia útil anterior. O pagamento da gratificação em uma única parcela, como feito por muitos empregadores, normalmente em dezembro, é ilegal, estando o empregador sujeito a multa", alerta Fabiano Giusti.

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tem mais gente vendo filme na internet: Brasil tem ...!..."pessoas optdando substituir a antiga tela da TV pela tela do celular"

Brasil tem mais gente vendo filme na internet

A queda do serviço por assinatura acompanha a redução no número de lares com algum tipo de televisor no Brasil



O percentual de domicílios no Brasil com sinal de TV a cabo caiu no país entre 2016 e o ano passado, enquanto aumentou no período o uso da internet para o 
consumo de filmes
séries 
e programas televisivos. 
É o que mostra a pesquisa TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), um suplemento da Pnad Contínua, pesquisa domiciliar de abrangência nacional do IBGE.



De acordo com o levantamento, 
divulgado nesta quinta-feira (20), 
a presença de TV a cabo 
caiu de 33,7% dos domicílios brasileiros em 2016 para 32,8% no ano seguinte -queda de 0,9 ponto percentual. 
Em valores absolutos, 
o Brasil registrou 1,5 milhão de domicílios com TV a cabo a menos em 2017 do que o observado um ano antes.

A queda do serviço por assinatura acompanha a redução no número de lares com algum tipo de televisor no Brasil (independente de modelo ou forma de captura do sinal), de 97,2% para 96,6% em 2017. Enquanto isso tem crescido quem acessa à internet para assistir a vídeos, programas, séries e filmes
Em 2016, as pessoas que faziam o uso da internet com essa finalidade representavam 74,6% da população conectada, percentual que foi para 81,8% no ano seguinte.

Segundo o IBGE, um conjunto de fatores pode estar levando à redução no consumo das formas mais tradicionais de comunicação, seja por questões relacionadas à tecnologia, seja por conta da crise econômica
No caso da crise, explica a coordenadora da Pnad Adriana Berenguy, pode ter ocorrido de famílias de baixa renda não terem conseguido fazer a substituição dos antigos televisores de tubo, cujo sinal analógico está progressivamente sendo desativado no país. Algumas dessas pessoas podem ter optado por substituir a antiga tela da TV pela tela do celular.

Com relação às questões tecnológicas, a forma de consumir televisão aberta ou a cabo está mudando com a internet e a proliferação de canais do tipo streaming, em que o usuário consegue assistir ao conteúdo sem precisar baixar os arquivos. A técnica observa o crescimento não só das plataformas mais comumente associadas ao serviço
como 
Netflix e Youtube
mas às redes de televisões 
e portais de notícias 
que já oferecem seus conteúdos nesse formato.

"Alguns domicílios podem ter optado por abrir mão do aparelho de TV para assistir a programação televisa tradicional ou não via streaming", afirmou ela. 
Um dado que mostra o fortalecimento do novo modelo de consumo é que apesar da queda relativa no percentual de lares com aparelho de TV, houve aumento do uso da internet por meio das televisões do tipo smart nas casas que dispunham do aparelho. 
Da população que acessava à internet no ano passado, 16,3% o faziam por meio de televisores conectados, numa alta de 5 pontos percentuais em relação aos 11,3% de 2016.



A redução nos domicílios com TV por assinatura também pode estar relacionada ao preço do serviço frente aos praticados pelos concorrentes digitais
Da população que não dispunha do serviço a cabo em 2017, por exemplo, 55,3% afirmaram não possuir porque era caro.

Ainda que tenha havido aumento no consumo de internet pela TV
o telefone celular 
ainda é o 
campeão 
entre as escolhas de acesso do brasileiro. Houve aumento nessa forma de consumo, que atingia 94,6% dos usuários de internet no país em 2016 e saltou para 97% no ano passado. O crescimento ocorre em detrimento de quedas no acesso via 
micro computador 
e tablets.

A percepção do uso de internet por celular tem mudado entre a população, sobretudo das classe mais baixas de renda, explicou Berenguy. 
No passado, o IBGE encontrava dificuldade entre alguns entrevistados da pesquisa, que não sabiam que estavam utilizando a internet 
quando acessavam um 
aplicativo de mensagens de texto 
ou voz 
ou redes sociais 
em geral, por exemplo. 
O uso da internet estava mais associado aos navegadores de sites.

Atualmente, explicou a técnica do instituto, os aplicativos estão mais disseminados e a população tem compreensão maior das tecnologias evolvidas. 
O uso de aplicativos para receber ou enviar mensagens de texto, voz ou imagens diferentes do e-mail cresceu de 94,2% da população conectada em 2016 para 95,5% no ano passado. Na outra ponta houve queda nas pessoas que utilizam a internet para receber e enviar emails, de 69,3% para 66,1% em 2017.



Segundo Berenguy, assim como a redução da presença da televisão nos domicílios, tecnologia e crise podem ter relação com o movimento de aumento do uso dos aplicativos de mensagem e queda no e-mail. "O e-mail tem um vínculo grande com a questão institucional das empresas. Como há aumento da informalidade no mercado, com vagas geradas em maior volume nos serviços mais básicos, como alimentação e salão de beleza, há uso menor do e-mail e maior dos aplicativos, que têm ganhado espaço inclusive dentro das próprias empresas", explicou.

A tecnologia e as questões relativas a custos de acesso ao serviço também podem estar por trás do aumento do utilização da internet para conversas de voz ou vídeo, que atingiram 83,8% da população conectada em 2017, contra 74,6% no ano anterior. Com informações da Folhapress.


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O que é azeite de oliva e como ele é diferente do óleo de soja


FOTO: MARCELO DEL 

O que é azeite de oliva e como ele é diferente do óleo de soja 

Cinco empresas fabricantes de azeite foram interditadas em julho no estado de São Paulo. A vigilância sanitária identificou produtos impróprios para consumo (veja lista mais abaixo), além de falsificação de rótulos – produtos identificados como azeite de oliva se tratavam, na realidade, de azeite diluído em óleo de soja.

A venda desse óleo que mistura azeite de oliva e outro óleo vegetal é permitida desde que o rótulo esteja devidamente identificado como estipula a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária): “‘Óleo Misto ou Composto’ seguido dos nomes comuns das espécies vegetais utilizadas, em ordem decrescente de proporção”. Em alguns casos, o óleo de soja vinha misturado a um azeite lampante (de tipo não refinado, “que tem cheiro forte e acidez elevada” e é “extraído de azeitonas deterioradas ou fermentadas”). Fiscalização feita em abril no Paraná, por exemplo, identificou fábricas fraudando azeite com esse tipo de “óleo misto” em proporção de 85% de óleo de soja e 15% de azeite lampante.



Em alguns casos, o óleo de soja vinha misturado a um azeite lampante (de tipo não refinado, “que tem cheiro forte e acidez elevada” e é 
extraído de azeitonas deterioradas ou fermentadas). Fiscalização feita em abril no Paraná, por exemplo, identificou fábricas fraudando azeite com esse tipo de “óleo misto” em proporção de 85% de óleo de soja e 15% de azeite lampante.

Óleo não é tudo igual




Apesar de misturados nessas composições, o óleos de soja e o azeite são bem diferentes e possuem, cada um, a sua propriedade e efeito tanto no prato quanto na saúde. A começar pelo azeite (do espanhol “aceite”, que significa óleo), trata-se do óleo extraído do fruto das oliveiras, as azeitonas, por meio de processos mecânicos, refinamento ou com uso de solventes.
FOTO: MARCELO DEL POZO/REUTERS


FOTO: MARCELO DEL POZO/REUTERS



Já no caso da soja, o óleo é extraído da semente da planta por meio de prensagem e uso de solvente. O produto ainda passa por um processo de refino para se tornar adequado para consumo. Tanto o azeite de oliva quanto o óleo de soja são compostos por ácidos graxos, gorduras, que são identificadas em três tipos: 

GORDURA SATURADA 

Ácido graxo formado apenas por carbonos com ligações simples em sua estrutura molecular. É mais comumente encontrada em forma sólida e com mais abundância em alimentos de origem animal como queijo, manteiga, banha e carnes. Entre os óleos de origem vegetal, o que se destaca pelo alto teor de gordura saturada é o coco. Seus efeitos na saúde são controversos, mas em geral é considerada mais danosa que as gorduras insaturadas; seu consumo excessivo aumenta o nível de LDL (o chamado colesterol ruim) e é associado a obesidade e problemas cardíacos. 

GORDURA MONOINSATURADA 

Ácido graxo com uma ligação dupla entre os átomos de carbono (exemplo: ômega 9). Aparece em maior quantidade no azeite de oliva e no óleo de canola, bem como em abacates, nozes e na margarina. Entre seus efeitos na saúde estão, em quantidade adequada, diminuir o nível de LDL no sangue e contribuir para a redução de inflamação de vasos sanguíneos.  

GORDURA POLIINSATURADA 

Ácido graxo com mais de uma ligação dupla entre carbonos (exemplos: ômega 3 e 6). Em alta quantidade, aparece em óleos de girassol, milho e soja, bem como em peixes e frutos do mar. Para a saúde, sob consumo regrado, é associada a efeitos positivos para o sistema cardiovascular. O consumo de todas essas gorduras é importante para o organismo, sobretudo por serem uma grande fonte de energia e de vitaminas (como E, A, D e K). O fundamental para a saúde é balancear a quantidade que se consome de cada uma. Para isso, é importante saber qual alimento é mais rico em quê. “Todos alimentos têm todas elas, saturadas e insaturadas, a diferença é a quantidade que tem em cada um deles”, explica Dennys Cintra, coordenador do centro de estudos em lipídios e professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Cintra explica também que a principal diferença entre o óleo de soja e o azeite de oliva, além da fonte diversa, são suas composições. Enquanto o azeite de oliva conta com muita gordura monoinsaturada (entre 70 e 80%, em razão do chamado ácido oleico), o óleo de soja é mais forte em poliinsaturada. Azeites ainda têm um elemento mais importante nessa conta. São os chamados compostos fenólicos, famosos por suas contribuições contra oxidação de células ou radicais livres (responsáveis pelo envelhecimento celular). “Estamos descobrindo ainda muita coisa sobre esses compostos, mas o que é consagrado é que eles representam benefícios para o sistema cardiovascular, desde redução da pressão, até dilatação de vaso, o que evita formação de trombo [entupimento de veias], por exemplo”, diz Cintra. Para o nutricionista da Unicamp, como resultado da comparação entre azeite de oliva e óleo de soja, não é preciso deixar de consumir um pelo outro. “Você precisa garantir diversidade. São produtos diferentes com aplicações diferentes.” Azeite não é tudo igual


 Azeite não é tudo igual



FOTO: WILFREDORRH/REPRODUÇÃO
PRATELEIRA DE SUPERMERCADO COM AZEITES NO BRASIL

Além do composto (misturado a óleo de soja), os demais tipos de azeite são o extravirgem, virgem, “tipo único” ou simplesmente “azeite de oliva”, e ainda o sansa ou orujo de oliva (que é o óleo do bagaço da fruta). “Azeite deve ser escolhido pelo frescor, pela origem ou pelo uso que será feito dele, se no preparo culinário ou se na finalização de pratos”, recomendou o especialista em azeite Marcelo Scofano ao Nexo. “Um bom extravirgem de oliva tem aroma de frutas frescas, ervas e deve sempre lembrar algo fresco, um bom azeite não tem aromas rançosos ou fermentados ou sequer de óleo.” No Brasil, o azeite de oliva recebe classificações diferentes a partir de 
parâmetros internacionais 
que levam em conta acidez (não perceptível no paladar), índice de peróxido (mede nível de oxidação do óleo, útil para se avaliar o grau de deterioração do produto) e outros critérios (extinção em ultravioleta e delta k) que avaliam o grau de pureza e refinamento. 

EXTRAVIRGEM 

Segundo Marcelo Scofano, “é a categoria superior, representando o supra sumo da azeitona”. “Para a obtenção desse azeite, é necessária uma matéria prima de qualidade, boas práticas no campo, na colheita, nos métodos de elaboração e no armazenamento”. Tecnicamente, refere-se a azeites com índice de acidez menor que 0,8%. 

VIRGEM 

São os de índice de acidez entre 0,8% e 2%. São considerados de boa qualidade, embora inferiores ao extravirgem, sobretudo quando extraídos usando calor. “Quando você coloca calor para extrair, ele destrói os compostos fenólicos, que são sensíveis a temperatura”, explica o nutricionista da Unicamp, Dennys Cintra. “Então com o virgem você não vai ter prejuízo nenhum, mas vai deixar de ter um benefício.

” TIPO PURO OU “ÚNICO” 

Este fica de fora das categorias dos azeites virgens. Embora ainda seja resultado de uma mistura, este modelo se diferencia do óleo composto (que leva óleos de outros vegetais) por ter apenas óleo de oliva. Mais pobre em cor, sabor e aroma, este azeite se origina, segundo Scofano, de um azeite “muito defeituoso”, que “foi submetido a um processo de refino químico com inserção de solventes e várias etapas de refinação”, exatamente como ao de outros óleos vegetais, como o de soja. A ele, adiciona-se cerca de 20% de azeite virgem.  

ÓLEO DO BAGAÇO DA OLIVA


Considerado de baixa qualidade, este óleo, segundo Scofano, resulta da “segunda extração, também submetida a refino químico”. Ainda de acordo com o especialista, o óleo do bagaço da oliva “não pode ser chamado de azeite”, apesar de ainda poder ser usado na cozinha. 
O azeite consumido no Brasil é praticamente todo importado, o que coloca o país entre os maiores importadores do mundo. Só em 2016, foram cerca de 50 milhões de toneladas trazidas do produto. Uma produção nacional começou recentemente e ainda de forma tímida, conta Marcelo Scofano. Em 2017, foram 110 toneladas do produto local. "O maior estado produtor é o Rio Grande do Sul, seguido de Minas Gerais e São Paulo. No mundo, os maiores produtores são a Espanha, com 50% da produção mundial, seguido da Itália (15%) e Grécia (10%). Esses percentuais variam ano a ano, sobretudo porque a Itália vem perdendo muita produção por fatores climáticos". 

Qual óleo escolher e como usar 


No dia a dia na cozinha, usamos óleos sobretudo para fritar ou temperar algum alimento, bem como no preparo de molhos, como maionese. A escolha do óleo mais adequado depende do uso. “As diferenças que o consumidor encontra é essencialmente em aroma e sabor”, diz Scofano. 

FOTO: DARIO PIGNATELLI/REUTERS.

 FIO DE AZEITE SALADA   

Para consumo em temperatura ambiente, caso do uso como tempero, o recomendável é partir para óleos aromáticos e saborosos. Nesse caso, o azeite extravirgem deve ser a primeira opção. Quando colocados ao fogo, como no caso de frituras, as estruturas dos óleos vegetais podem começar a se alterar caso atinjam uma certa temperatura. Elas então oxidam, resultando em aldeídos, que são “compostos mutagênicos, ou seja, potencialmente cancerígenos”, explica o professor Dennys Cintra.



Um estudo feito pela Universidade de Leicester, no Reino Unido, mostrou que óleos ricos em gorduras poliinsaturadas (caso da soja, milho e girassol), mais instáveis, resultam em altos níveis de aldeídos. Óleos com mais gorduras saturadas ou monoinsaturadas (caso do azeite de oliva e do óleo de canola) “são muito mais estáveis quando submetidos ao calor”.

“O ponto de degradação das gorduras chama-se, na química, de polimerização”, explica Marcelo Scofano. “Pesquisas indicam que o ponto de polimerização do óleo de soja é de 170°C, em média, enquanto o do azeite de oliva é de 200°C”. Ele ressalta que não se deve confundir o ponto de polimerização com o chamado “ponto de fumaça”, que se refere “apenas ao ponto em que seus vapores se desprendem”. O professor responsável pela pesquisa britânica concluiu que o “óleo ideal” para cozinhar seria, portanto, o azeite. “A única desvantagem do extravirgem para esse fim é o seu custo”, complementa Scofano.



FOTO: JOHN JOH/REPRODUÇÃO
SOB ALTA TEMPERATURA, ÓLEOS COMEÇAM A SE DEGRADAR



O nutricionista Dennys Cintra concorda e lembra que dependendo do azeite escolhido, usá-lo pode ser desperdício de dinheiro. “Do ponto de vista de cocção, gordura saturada é melhor para fritar porque é mais estável, mas adere ao alimento e faz a gente consumir mais, o que faz mal. Na sequência, vem a gordura monoinsaturada, presente no azeite. Mas quem usa azeite de oliva para fritar?”, questiona. “Uma coisa é você usar um fio de azeite para fazer um ovo mexido. Outra coisa é jogar lá 200ml na panela para fritar uma carne. Se for um extravirgem, mesmo que seja para fazer um arroz, passando de 80°C ele já inativa os fenólicos e vira um azeite comum”, diz. Buscando o uso mais racional e o melhor custo-benefício, para grandes quantidades os especialistas indicam então o uso ou do azeite de tipo único (com alto teor de gordura monoinsaturada) ou do óleo composto (que une o alto teor de monoinsaturadas da oliva, e o de poliinsaturadas da soja).

Empresas interditadas pela vigilância



Os produtos de má qualidade ou com rótulos falsos identificados pela vigilância sanitária em São Paulo foram distribuídos a redes de supermercados como Extra, Carrefour, Makro, Assaí, Pão de Açúcar e Atacadão. Os mesmos óleos já haviam sido reprovados pelo Ministério da Agricultura em abril. Na operação daquele mês, o azeite de 45 marcas, de um total de 140 fiscalizadas, foi considerado irregular ou impróprio para consumo (veja relação completa). 

As fábricas paulistas interditadas pela vigilância sanitária são Olivenza Ind. de Alimentos (que comercializa os azeites Coliseu, Espanhol, Malaguenza, Estrela da Beira e Torre de Quintela), Natural Óleos Vegetais e Alimentos (Platina e Lisboa), Olima Ind de Alimentos (Quinta da Boa Vista e Faisão), Paladar Alimentos (Figueira da Foz e Almeirim) e La Famiglia Alimentos (Casa Blanca, Dom Alves, Materia Prima e Santa Isabel). Segundo o jornal Folha de S.Paulo, outras nove fabricantes ainda devem receber vistoria

No caso de produtos com qualidade adequada mas identificados como “azeite”, as fabricantes deverão mudar o rótulo chamando-os pelo que são – “óleo misto” ou “composto” – para poderem voltar a operar. Ao jornal, o advogado da Paladar Alimentos confirmou a produção de óleo misto, o que é permitido pela legislação, mas disse que tal problema não influencia “na qualidade do produto final”.




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"Incêndio atinge Refinaria de Manguinhos na Zona Norte do Rio"


Fumaça negra do incêndio na refinaria de Manguinhos — Foto: Reprodução/TV Globo


Incêndio atinge Refinaria de Manguinhos na Zona Norte do Rio

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, o fogo começou por volta de 14h. As chamas estão muito perto da refinaria de Manguinhos.



Um incêndio de grandes proporções atinge a Refinaria de Manguinhos, na Zona Norte do Rio na tarde desta segunda-feira (17). Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, o fogo começou por volta de 14h.

Caminhões-tanque também pegaram fogo em Manguinhos

Caminhões combustíveis estacionados na área também estão em chamas.

Bombeiros tentam combater as chamas em Manguinhos — Foto: Reprodução/TV Globo

A fumaça negra é vista de várias partes do Rio de Janeiro. A pista lateral da Avenida Brasil, sentido Centro, foi fechada. A Linha Amarela também tem interdições.

Segundo a Lamsa, a saída 9A está totalmente fechada. Melhor opção para o motorista é sair na 10A.


Fogo na região de Manguinhos, na Zona Norte do Rio

A fumaça negra é possível ser vista várias partes do Rio de Janeiro. A pista lateral da Avenida Brasil, sentido Centro, foi fechada. A Linha Amarela também tem interdições.

Fumaça faz sombra sobre a comunidade de Manguinhos


Coluna de fumaça de incêndio na região de Manguinhos podia ser vista da Zona Oeste 

Dois quartéis do Corpo de Bombeiros (Caju e Benfica) foram acionados por volta das 13h40.








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