🤶🏻🎅🏻: política

Pesquisar :

Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens

Por que o Brasil simplesmente não imprime mais dinheiro para sair da crise?



Por que o Brasil simplesmente não imprime mais dinheiro para sair da crise? 







A dívida e as contas públicas do Brasil estão em situação ruim, então por que o governo simplesmente não imprime mais dinheiro para sair da crise e investe mais em saúde, educação e outras áreas?

É uma pergunta que passa pela cabeça de muitas pessoas de tempos em tempos. Mas é claro que não é fácil assim.


"Se fosse uma solução tão simples, não teria por que nenhum profissional não ter pensado nela ainda; é isso o que o leigo deve realmente se questionar”, disse o economista Fernando Nogueira da Costa, professor do Instituto de Economia da Unicamp (Universidade de Campinas) e especializado em moedas e sistema financeiro.

Inflação e dívida disparariam com impressão de dinheiro

O descontrole da inflação ou mesmo uma crise hiperinflacionária é a consequência mais clássica de imprimir dinheiro. Perda de credibilidade, fuga de dólares e a necessidade de juros altíssimos para responder a tudo isso, além de desemprego e recessão, são outros efeitos que vêm a reboque.

O resultado, com o descontrole de juros e preços, seria uma dívida que ficaria ainda mais difícil de pagar e um país que sairia mais empobrecido, e não o contrário.

“Imprimir mais dinheiro não é uma opção de política pública, é uma falta de opção”, disse o economista Josué Pellegrini, analista do IFI (Instituto Fiscal Independente), centro de pesquisas em contas públicas do Senado Federal.

“É um mecanismo a que os governos recorrem quando não conseguem mais pagar a dívida, o que não deixa de ser uma espécie de calote”, afirmou Pellegrini, que também já foi gestor de políticas públicas do Ministério da Fazenda.

Impressão de dinheiro precisa acompanhar riqueza real
É normal que a quantidade de dinheiro disponível em um país (contado pelas notas, moedas e saldos em conta-corrente nos bancos) cresça ao longo do tempo, conforme crescem os investimentos e a produção. 

Isso, porém, acontece de forma gradual e tende a acompanhar o ritmo de expansão da própria economia. Mas fabricar mais moeda é uma forma artificial de fazer isso, porque só um dos lados da balança cresce.

“Emitir moeda faz as pessoas terem mais dinheiro e quererem comprar mais, mas a quantidade de coisas disponíveis continua a mesma, e isso faz os preços subirem”, disse Marcelo Balassiano, pesquisador sênior em economia aplicada do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

Isso acontece porque a chegada do dinheiro recém-emitido à mão das pessoas é quase imediata --o governo manda imprimir, usa para pagar seus credores, fazer obras ou injetar no caixa dos bancos comerciais e pronto, as cédulas e moedas novas já estão soltas por aí.

Por outro lado, aumentar a produção e os serviços não acontece no mesmo ritmo.

Real viraria pó, e dólar dispararia
A partir daí, afirmou Pellegrini, do IFI, é uma sucessão de tragédias: a alta rápida dos preços come a renda dos trabalhadores e empobrece a população, empresários congelam projetos e estrangeiros deixam de investir no país. “O dólar dispara, o que também faz os preços aumentarem e gera ainda mais inflação”, disse Pellegrini.

Na prática, começam a sobrar reais --tanto em relação aos produtos disponíveis para compra quanto em relação a outra moedas-- e é por isso que seu valor vai virando pó.

Conforme o dinheiro perde valor, o governo precisa mais dele e se vê obrigado a imprimir mais, o que redunda em mais perda de valor. O resultado da bola de neve é a hiperinflação (aumento de preço de pelo menos 30% a 50% ao mês).

Como comparação, a inflação oficial do Brasil hoje está em 4,2% ao ano, e a taxa mais alta a que chegou desde a estabilização do Plano Real foi de 12,5% ao ano, em 2002. 

Brasil e Alemanha do pós-guerra já passaram por isso
Exemplos práticos para a teoria não faltam. A Alemanha, que viveu uma das piores hiperinflações de que se tem notícia, é um exemplo clássico de governo que recorreu à máquina de dinheiro para pagar a conta da devastadora crise econômica.

Em 1923, a inflação lá chegou a 29.500% por mês --o equivalente a 20% ao dia, nas estimativas de um levantamento das maiores hiperinflações do mundo feito pelos economistas Steve H. Hanke e Nicholas Krus, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore (EUA).

Para se ter uma ideia, todo o dinheiro em circulação na Alemanha em 1913 dava para comprar apenas um quilo de pão dez anos depois (1923).

O Brasil, que passou a maior parte do século 20 com inflação de dois dígitos ao ano, esteve oficialmente em um estado de hiperinflação na década de 1980. Em 1989 e 1990, no auge, os preços aumentavam a um ritmo de 80% ao mês.


“O Brasil recorreu à impressão de dinheiro em vários momentos”, disse o historiador Julio Cesar Zorzenon, professor de história econômica da escola de economia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

“Getúlio Vargas fez isso nos anos 1930, durante a crise de 1929 e do excedente de café; Juscelino Kubitschek [1956-1961] fez isso para financiar seu plano de metas; foi uma prática também adotada na ditadura militar, principalmente após 1979, e mais tarde no governo Sarney [1985-1990]”, disse o professor.




Saiba mais em: economia.uol.  

aqui você sempre encontra: arte e cultura, banco de imagens, Brasil, colunas e blogs, culinária, Curiosidades, dicas, esportes,  indicamos, links, mensagem, mensagens, nossos links, reflexão, saúde, tecnologia, na hora principal, notícias, o que fazer?!, ver agora!, vídeos, youtube,   e muito +...
basta pesquisar aqui







Paulo Guedes indica Rubem Novaes para presidência do BB e Pedro Guimarães para a da Caixa



Paulo Guedes indica Rubem Novaes para presidência do BB e Pedro Guimarães para a da Caixa

Paulo Guedes indica Rubem Novaes para presidência do BB e Pedro Guimarães para a da Caixa



O futuro ministro da Economia Paulo Guedes indicou o nome do economista Rubem Novaes para a presidência do Banco do Brasil. Para a presidência da Caixa Econômica Federal, o nome indicado por Guedes é o do também economista Pedro Guimarães.

Os dois economistas estiveram na sede do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília, nesta quinta-feira (22).

O blog apurou que os dois nomes já foram submetidos ao presidente eleito Jair Bolsonaro e devem ser anunciados ainda nesta quinta.

Rubem Novaes é PhD em Economia pela Universidade de Chicago (Estados Unidos), já foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Guedes e Novaes se conheceram quando ainda estudavam na Universidade de Chicago (EUA), conhecida como um dos berços do liberalismo econômico mundial.

Já Pedro Guimarães é PhD em Economia pela Universidade de Rochester, tendo como tese o processo de privatização no Brasil. É atualmente sócio-diretor do banco Brasil Plural, grupo financeiro fundado em 2009 que atua no mercado de capitais.

De acordo com currículo disponível no site do Brasil Plural, Guimarães coordenou mais de R$ 150 bilhões em operações na bolsa de valores, e mais de R$ 30 bilhões em reestruturações de empresas, além de ter assessorado “diversos” processos de privatização, incluindo o do Banespa.

Ele já vinha participando de reuniões da equipe de transição do futuro governo e até se reuniu com a atual equipe econômica para discutir a situação dos bancos públicos.

Ipea
Paulo Guedes também escolheu Carlos von Doellinger para a presidência do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). Ele integra a equipe de transição do governo como pesquisador do órgão.

Atualmente, o Ipea é subordinado ao Ministério do Planejamento, pasta que deverá ser absorvida pelo futuro Ministério da Economia.




Saiba mais em: g1.globo


aqui você sempre encontra: arte e cultura, banco de imagens, Brasil, colunas e blogs, culinária, Curiosidades, dicas, esportes,  indicamos, links, mensagem, mensagens, nossos links, reflexão, saúde, tecnologia, na hora principal, notícias, o que fazer?!, ver agora!, vídeos, youtube,  e muito +...
basta pesquisar aqui









Moro aceita convite para ser ministro da Justiça


Moro aceita convite para ser ministro da Justiça


Moro aceita convite para ser ministro da Justiça e diz que vai se afastar de audiências da Lava Jato




Valdo Cruz: Moro teria aceitado ser ministro da Justiça

O juiz federal Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira (1º) o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para ser o ministro da Justiça do novo governo.

A confirmação veio por meio de uma nota, divulgada por Moro, após uma reunião na casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca.

Pouco antes de a nota ser divulgada, um assessor do presidente eleito já havia confirmado para o blog a decisão do juiz.

Na nota, Moro disse que vai deixar novas audiências da Operação Lava Jato, para "evitar controvérsias desnecessárias". Ele era o responsável pela operação na 1ª instância. Moro disse que a operação vai continuar em Curitiba, com "valorosos" juízes locais.


O juiz Sérgio Moro, ao deixar a casa do presidente eleito 
Jair Bolsonaro (PSL), no Rio de Janeiro 
Foto: Henrique Coellho/G1

O juiz Sérgio Moro, ao deixar a casa do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), no Rio de Janeiro — Foto: Henrique Coellho/G1

Moro também afirmou que pesou em sua decisão de aceitar o convite de Bolsonaro a possibilidade de implementar uma "forte agenda anticorrupção e anticrime organizado".

A reunião entre o juiz e o presidente eleito durou cerca de 1h30. Ao final, Moro chegou a se aproximar de jornalistas que aguardavam o resultado da conversa. No entanto, ele desistiu de falar com a imprensa, diante do barulho no local. Apoiadores da Lava Jato e simpatizantes do novo presidente se aglomeravam na frente da casa de Bolsonaro.

Pouco depois da confirmação de Moro, o presidente eleito publicou no Twitter que a agenda anticorrupção com "respeito à Constituição Federal" vai nortear o trabalho do Ministério da Justiça.

O juiz federal Sérgio Moro aceitou nosso convite para o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Sua agenda anti-corrupção, anti-crime organizado, bem como respeito à Constituição e às leis será o nosso norte!






Moro é o 5º ministro já confirmado na equipe de Bolsonaro

Veja os demais:

Onyx Lorenzoni: Casa Civil
Paulo Guedes: Economia
General Augusto Heleno: Defesa
Marcos Pontes: Ciência e Tecnologia


Veja a íntegra da nota divulgada por Sérgio Moro:

Nota oficial:

Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão. Após reunião pessoal, na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar, pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a pespectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão. Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operação Lava Jato seguirá em Curitiba com os valorosos juízes locais. De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências. Na próxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes. Curitiba, 01 de novembro de 2018.

Sergio Fernando Moro

Sérgio Moro deixa a casa de Jair Bolsonaro após reunião no Rio de Janeiro



...
...
        










                   
Na hora principal,  o que fazer ?
Indicamos: Leia/Veja no Website:g1.globo




receba grátis nossas notícias, em seu e-mail:
  Digite seu endereço de e-mail:  

Delivered by FeedBurner

Compartilhar:

...▼...

justificar voto: 1º turno Eleições 2018, até 06 de dezembro


Veja como justificar o voto: 1º turno das Eleições 2018, prazo termina em 6 de dezembro.


Veja como justificar o voto 
e
imprima o formulário Eleitor 
pode justificar no dia da votação ou 
depois – no caso do 1º turno das Eleições 2018, 
prazo termina em 6 de dezembro.



Os eleitores que estiverem fora de seus domicílios eleitorais no dia de votação precisam justificar a ausência para a Justiça Eleitoral – o que pode ser feito no dia da eleição, ou depois.

A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu. 

Assim, se ele deixou de votar no 1º e no 2º turno, terá que justificar a ausência em ambos, separadamente.



O site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem os formulários de justificativa, que devem ser preenchidos pelo eleitor e são diferentes para quem vai justificar no dia da votação ou depois.



Os formulário são gratuitos e também podem ser retirados nos cartórios eleitorais, nos postos de atendimento ao eleitor e nos locais de votação no dia do pleito.


Justificativa após o dia da votação

Quem for justificar após o dia da votação deve imprimir o formulário específico para esse tipo de justificativa e entregá-lo em qualquer cartório eleitoral.

Também há opção de envio por via postal ao juiz da zona eleitoral na qual o eleitor está inscrito acompanhado da documentação que comprove a impossibilidade de comparecer no dia da votação.


Os prazos para justificativa após o dia de votação são:

1º turno (7/10): até 6 de dezembro de 2018
2º turno (se houver - 28/10): até 27 de dezembro de 2018
Multa e consequências
O eleitor que não justificar a ausência dentro do prazo estipulado pelo TSE terá que pagar multa para regularizar a situação.

Enquanto estiver em débito com a Justiça Eleitoral, ele não pode, por exemplo, tirar ou renovar passaporte, receber salário ou proventos de função em emprego público, prestar concurso público e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo – entre outras consequências.

Aquele eleitor que não votar por três eleições seguidasnão justificar nem quitar a multa devida terá sua inscrição cancelada. A regra não vale para eleitores que não são obrigados a votarcomo analfabetosmaiores de 16 e menores de 18e maiores de 70 anos.


Justificativa no dia da votação

Quem for justificar no dia da eleição deve comparecer a uma zona eleitoral onde haverá recebimento de justificativas. 
Os locais podem ser consultados neste link no site do TSE.

O eleitor deve levar um documento oficial com foto, o título de eleitor ou o número do documento, e o formulário de justificativa eleitoral preenchido – que deve ser entregue no local destinado ao recebimento das justificativas na zona eleitoral.

Caso não tenha o formulário em mãos, o eleitor pode retirar e preencher um no próprio local onde vai justificar.


Imprima o formulário para justificar o voto PÓS-VOTAÇÃO




Imprima o formulário para justificar o voto NO DIA DA VOTAÇÃO



SAIBA TUDO SOBRE AS ELEIÇÕES 2018


fonte:   g1.globo.com 

...
        










                   
Na hora principal,  o que fazer ?
Indicamos:

Leia/Veja no Website:  g1.globo.com 




receba grátis nossas notícias, em seu e-mail:
  Digite seu endereço de e-mail:  

Delivered by FeedBurner

Compartilhar:

...▼...










ótimos - indicados -

... aqui :




https://agregadordevideosyoutubeedihitt.blogspot.com.br/
http://aaamigosss.blogspot.com.br/ areceitablogger
blogdaqueridah
blogspotpopularbusca canaisfamosos1 https://dicasbloggertutorials.blogspot.com.br/dicas valiosas
kkersaberlavemoblogmenu3xquemeeereceitas3x













https://analytics.google.com/analytics/web/template?uid=56bH4Yl1T5aXs4HM2EFd7A

▼ Pesquisar?
Digite o que procura , clicar em OK ,ou teclar ENTER
Custom Search




Voltar ao Topo da Página